Ó riqueza, poder, sabedoria
-quanta inveja trazeis em vosso bojo!
Só por causa de todo este poder
que a cidade depôs em minhas mãos,
dádiva quando eu menos esperava,
Creonte, um velho amigo tão leal,
lança-se de emboscada contra mim,
pronto a me derrubar, com um intrigante,
falso ledor da sorte, subornado,
que só tem olhos para o seu proveito
e em seu ofício é totalmente cego!
-Quando foi que provaste ser vidente?
Por que, quando rondava por aqui
a Esfinge ruminando cantilenas,
nuinca tiveste nem uma palavra
de devolvesse a liberdade ao povo?
O enigma pelo menos não seria
para qualquer passante desvendar:
era preciso o dom de um adivinho...
E não deste sinal de possuí-lo,
nem pelas aves nem pelos deuses.
Eu, Édipo, sem nada saber,
logo ao chegar fiz a Esfinge calar:
deslindei a questão pela razão,
nem foi preciso consultar teus pássaros!
E agora tu me queres afastar,
talvez pensando apenas em ficar
mais próximo do trono de Creonte?
Creio que tu e quem tramou tudo isto
ainda lamentareis o falso empenho
na purificação desta cidade...
Não parecesses tu assim tão velho,
já à tua própria custa aprenderias
aonde pode levar a felonia!
O VIOLÃO
o mais popular de todos os instrumentos
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AOS AMANTES DO VIOLÃO E DA MÚSICA
10 RAZÕES SAUDÁVEIS para
se tocar violão.
1) Seu Humor SEMPRE lá em cima - Tocar Violão reativa o
bom humor
2) Estresse lá embaixo - Foi comprovado cientificamente que
tocar violão como entretenimento torna as pessoas menos
estressadas.
3) Desempenho escolar nota 10 - Alunos de ensino médio que
estudam violão têm melhores resultados na escola. Segundo
pesquisas recentes feita nos Estados Unidos.
4) Mais saúde e Auto-Estima - Médicos apoiam o uso da
música como forma de reativar (melhorar) a auto-estima e
colaborar para a recuperação de doenças graves.
5) Racicínio Elevado - Estudos da Universidade da
Califórnia mostram que após oito meses de lições de violão,
crianças obtiveram alta de 46% no raciocínio espacial.
6) Fazer novos amigos - Tocar violão promove o
relacionamento social, por meio de atividades em grupo, na
comunidade, em sua igreja, entre amigos, reuniões etc.
7) Superar desafios - Aprender a tocar violão estimula a
superação de desafios.
8) Estimula a criatividade - A prática diária estimula o
desenvolvimento de nossa criatividade.
9) Ser jovem para sempre - Tocar violão possibilita o
relacionamento entre pessoas de diferentes idades pelo
mesmo objetivo. Melhorando principalmente relações
familiares.
10) Cérebro desenvolvido - Pessoas que tocam algum
instrumento compreendem melhor a matemática, literatura,
contagens de espaço e tempo, entre outros.
Todas as RAZÕES para tocar violão são resultados de um
Estudo feito recentemente pela universidade da
Califórnia EUA.
Fonte: Revista Música & Mercado FEV 2007
se tocar violão.
1) Seu Humor SEMPRE lá em cima - Tocar Violão reativa o
bom humor
2) Estresse lá embaixo - Foi comprovado cientificamente que
tocar violão como entretenimento torna as pessoas menos
estressadas.
3) Desempenho escolar nota 10 - Alunos de ensino médio que
estudam violão têm melhores resultados na escola. Segundo
pesquisas recentes feita nos Estados Unidos.
4) Mais saúde e Auto-Estima - Médicos apoiam o uso da
música como forma de reativar (melhorar) a auto-estima e
colaborar para a recuperação de doenças graves.
5) Racicínio Elevado - Estudos da Universidade da
Califórnia mostram que após oito meses de lições de violão,
crianças obtiveram alta de 46% no raciocínio espacial.
6) Fazer novos amigos - Tocar violão promove o
relacionamento social, por meio de atividades em grupo, na
comunidade, em sua igreja, entre amigos, reuniões etc.
7) Superar desafios - Aprender a tocar violão estimula a
superação de desafios.
8) Estimula a criatividade - A prática diária estimula o
desenvolvimento de nossa criatividade.
9) Ser jovem para sempre - Tocar violão possibilita o
relacionamento entre pessoas de diferentes idades pelo
mesmo objetivo. Melhorando principalmente relações
familiares.
10) Cérebro desenvolvido - Pessoas que tocam algum
instrumento compreendem melhor a matemática, literatura,
contagens de espaço e tempo, entre outros.
Todas as RAZÕES para tocar violão são resultados de um
Estudo feito recentemente pela universidade da
Califórnia EUA.
Fonte: Revista Música & Mercado FEV 2007
domingo, 20 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Simonal
Simonal era maior que Roberto
ALCEU MAYNARD
3
No início da década de 1970, Wilson Simonal acusado de ser o mandante do sequestro e tortura de seu contador, foi estigmatizado como da ditadura militar - e, oficiosamente, acabou condenado ao ostracismo artístico até morrer em 2000, corroído pelo álcool, pela depressão e pelo esquecimento do público. Simonal era culpado ou inocente? Dedo-duro ou vítima de difamação movida por rancor, inveja, racismo?
O jornalista Ricardo Alexandre mergulhou na história de Wilson Simonal. Foram mais de 10 anos de pesquisa, aproximadamente 300 entrevistas e mais de 100 personagens entrevistados, além de acesso a diversos documentos oficiais e conversas com familiares: “para conseguir entender tudo o que aconteceu com Wilson Simonal, tem que conhecer os pais deles, a desestrutura familiar, a idolatria por um pai que não conheceu”, afirma o jornalista nesta entrevista.
Mas esta desestrutura familiar não impediu de levar ao estrelato um garoto pobre, filho de mãe empregada doméstica despontar no inicio da década de 1960, chegando a orquestrar uma platéia de 30 mil espectadores em um show no Maracanãzinho. Nesta mesma década, Simonal rivalizava apenas com Roberto Carlos em termos de popularidade: “o quão grande Simonal realmente foi há indícios no livro, mas como a gente não tem paradas de sucesso no Brasil, sequer a gente tinha disco de ouro, como agente não tinha medição correta de vendas de discos, é um terreno pantanoso para grandes afirmações, mas o livro dá a entender de que ele era maior que Roberto Carlos com segurança” conta Ricardo.
Mas como um artista tão popular, ainda em nosso dias gera discursos tão carregados de paixão ou ódio? Teria Wilson Simonal colaborado com o DOPS de maneira acidental, ingenuamente? “a leitura que eu tenho, e isso eu posso falar sem estragar a surpresa, e ela é muito embasada e esta no livro é que o Simonal de fato se acreditava inatingível politicamente; esses negócio de esquerda ou direita é pra vocês que vendem 30, 50 mil discos, eu sou um astro, estou muito maior do que estas discussões. E muitas coisas que aconteceram com Simonal tinham interesses comerciais...”
Mas para o autor, o acaso também teve contribuição para esta polêmica na vida do cantor. Ele teria se unido a pessoas erradas, tomado uma decisão errada e sua defesa o arrastava para situações mais complicadas tornado-o um personagem não muito querido a rodas intelectuais do Brasil: “artistas que são perseguidos por ser negro, tem bastante, artistas que são espezinhados por se envolverem com publicidade, tem bastante, artistas que cometem crimes, atropelam pessoas, tem bastante, artistas que imprensa pega no pé porque fazem muito sucesso, também tem bastante, e artistas que não sabem se defender na mídia, tem bastante, mas gente que reúna todas estas características acho que só tem o Simonal, e que de certa maneira não soube administrar isso porque de certa maneira carregou cicatrizes emocionais que o livro conta bem e que na minha visão foi o fator preponderante para que ele não conseguisse dar a volta por cima”, conta o jornalista.
O primeiro pop star negro do Brasil se tornou um símbolo, e travou uma obsessiva batalha para provar sua inocência até seus últimos dias de vida, em abril de 2000 em um quarto do hospital Sírio-Libanês.
O jornalista Ricardo Alexandre mergulhou na história de Wilson Simonal. Foram mais de 10 anos de pesquisa, aproximadamente 300 entrevistas e mais de 100 personagens entrevistados, além de acesso a diversos documentos oficiais e conversas com familiares: “para conseguir entender tudo o que aconteceu com Wilson Simonal, tem que conhecer os pais deles, a desestrutura familiar, a idolatria por um pai que não conheceu”, afirma o jornalista nesta entrevista.
Mas esta desestrutura familiar não impediu de levar ao estrelato um garoto pobre, filho de mãe empregada doméstica despontar no inicio da década de 1960, chegando a orquestrar uma platéia de 30 mil espectadores em um show no Maracanãzinho. Nesta mesma década, Simonal rivalizava apenas com Roberto Carlos em termos de popularidade: “o quão grande Simonal realmente foi há indícios no livro, mas como a gente não tem paradas de sucesso no Brasil, sequer a gente tinha disco de ouro, como agente não tinha medição correta de vendas de discos, é um terreno pantanoso para grandes afirmações, mas o livro dá a entender de que ele era maior que Roberto Carlos com segurança” conta Ricardo.
Mas como um artista tão popular, ainda em nosso dias gera discursos tão carregados de paixão ou ódio? Teria Wilson Simonal colaborado com o DOPS de maneira acidental, ingenuamente? “a leitura que eu tenho, e isso eu posso falar sem estragar a surpresa, e ela é muito embasada e esta no livro é que o Simonal de fato se acreditava inatingível politicamente; esses negócio de esquerda ou direita é pra vocês que vendem 30, 50 mil discos, eu sou um astro, estou muito maior do que estas discussões. E muitas coisas que aconteceram com Simonal tinham interesses comerciais...”
Mas para o autor, o acaso também teve contribuição para esta polêmica na vida do cantor. Ele teria se unido a pessoas erradas, tomado uma decisão errada e sua defesa o arrastava para situações mais complicadas tornado-o um personagem não muito querido a rodas intelectuais do Brasil: “artistas que são perseguidos por ser negro, tem bastante, artistas que são espezinhados por se envolverem com publicidade, tem bastante, artistas que cometem crimes, atropelam pessoas, tem bastante, artistas que imprensa pega no pé porque fazem muito sucesso, também tem bastante, e artistas que não sabem se defender na mídia, tem bastante, mas gente que reúna todas estas características acho que só tem o Simonal, e que de certa maneira não soube administrar isso porque de certa maneira carregou cicatrizes emocionais que o livro conta bem e que na minha visão foi o fator preponderante para que ele não conseguisse dar a volta por cima”, conta o jornalista.
O primeiro pop star negro do Brasil se tornou um símbolo, e travou uma obsessiva batalha para provar sua inocência até seus últimos dias de vida, em abril de 2000 em um quarto do hospital Sírio-Libanês.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
MPA - Movimento popular de arte
Um dos movimentos culturais mais ricos já criados em São Paulo – o Movimento Popular de Arte (MPA)
“Nas décadas de 70 e 80, a cada final de semana São Miguel era tomado por poetas, artistas plásticos, animadores e produtores culturais, que se reuniam para apresentar suas criações. Eram promovidos shows, peças teatrais, saraus de poesia, exposições de arte... Os artistas vanguardistas ora estavam na Benedito Calixto, em Pinheiros, ora na praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, no bairro da Zona Leste”,
História – O MPA surgiu no final dos anos 70, em São Miguel Paulista , a partir da pesquisa de Antonio Arantes e Tadeu Giglio, antropólogos da Unicamp, para a revitalização de sítios históricos de bairros da cidade de São Paulo. A partir daí, surgiu da necessidade de se abrir espaços para abrigar a produção artística local e ter um centro aglutinador e irradiador da cultura produzida na região, fomentando-a por meio dos veículos de comunicação de massa.
Entre os projetos desenvolvidos pelo MPA destacam-se: 1ª Mostra de Arte na Capela Histórica, Praça Popular de Arte, Passeata Poética, Projeto Outras Caras, Casa do MPA, Caderno de Poesia, 1º Encontro de Movimentos Culturais da Cidade, que resultou na implantação de dois centros culturais; atividades na Praça do Forró, MPA Circo – Picadeiro Cultural e a gravação de um disco coletivo.
segunda-feira, 29 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Bons ventos trazem novidades na música em Mogi das Cruzes
Parabéns à Vital de Souza pelo trabalho de um significado marcante para nosso tempo, Ele mistura música e filosofia de forma enérgica e ao mesmo tempo sutil.
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