O VIOLÃO

O VIOLÃO
o mais popular de todos os instrumentos

AOS AMANTES DO VIOLÃO E DA MÚSICA

10 RAZÕES SAUDÁVEIS para
se tocar violão.
1) Seu Humor SEMPRE lá em cima - Tocar Violão reativa o
bom humor
2) Estresse lá embaixo - Foi comprovado cientificamente que
tocar violão como entretenimento torna as pessoas menos
estressadas.
3) Desempenho escolar nota 10 - Alunos de ensino médio que
estudam violão têm melhores resultados na escola. Segundo
pesquisas recentes feita nos Estados Unidos.
4) Mais saúde e Auto-Estima - Médicos apoiam o uso da
música como forma de reativar (melhorar) a auto-estima e
colaborar para a recuperação de doenças graves.
5) Racicínio Elevado - Estudos da Universidade da
Califórnia mostram que após oito meses de lições de violão,
crianças obtiveram alta de 46% no raciocínio espacial.
6) Fazer novos amigos - Tocar violão promove o
relacionamento social, por meio de atividades em grupo, na
comunidade, em sua igreja, entre amigos, reuniões etc.
7) Superar desafios - Aprender a tocar violão estimula a
superação de desafios.
8) Estimula a criatividade - A prática diária estimula o
desenvolvimento de nossa criatividade.
9) Ser jovem para sempre - Tocar violão possibilita o
relacionamento entre pessoas de diferentes idades pelo
mesmo objetivo. Melhorando principalmente relações
familiares.
10) Cérebro desenvolvido - Pessoas que tocam algum
instrumento compreendem melhor a matemática, literatura,
contagens de espaço e tempo, entre outros.
Todas as RAZÕES para tocar violão são resultados de um
Estudo feito recentemente pela universidade da
Califórnia EUA.
Fonte: Revista Música & Mercado FEV 2007

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Ensino de música, agora é obrigatório

Projeto que torna ensino de música obrigatório é sancionado pelo presidente Lula

O projeto de lei que torna obrigatório o ensino de música na Educação Básica e que havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados foi sancionado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O único veto ficou por conta do artigo que previa que os professores contratados para lecionar música nas escolas tivessem formação específica. Tal formação já está implícita na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº. 9.394/96.

Agora, estamos por conta de um longo processo até que a Educação Musical, de fato, assuma o seu lugar nos currículos escolares. A Lei nº. 11.769/2008, publicada no Diário Oficial de 19 de agosto de 2008, estipula um prazo de três anos para que os Sistemas de Ensino possam se adaptar a Lei.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Decifra-me, de Adilson Ferreira

Preciso fazer nesta cidade uma revolção
Pra resolver minha ansiedade ou minha paixão
Preciso deixar de viver
Atrás de você feito um cão
Eu já perdi a cabeça e até a razão

Tentei saber a matemática
Que seu mecanismo disfarça
Mas tudo que é feito de longe
Não leva perigo

A lógica é preciso para a transformação
Se durmo sonhando contigo
Acordo canção

Te dou o final desta história
Sem tregua mas com perdão
Decifra-me ou te devoro
Te mando pra longe e te adoro

sábado, 12 de setembro de 2009

TAMBORIM FOFOQUEIRO, de Adilson Ferreira

TAMBORIM FOFOQUEIRO

Adilson Ferreira

Um dia lá no morro eu falei brincando
Que nunca mais ia cantar um bom sambão
O cavaquinho ficou meio preocupado
E saiu desconfiado pra dizer ao violão
Esse instrumento como é muito companheiro
Não falou ao mundo inteiro
Disse só pro meu surdão
Por um descuido o reco-reco ouviu tudo
Disse logo a todo mundo
E começou a confusão
Minha cuíca se zangou ficou chorando
Pensando que o nosso samba estava mesmo se acabando
Minha maracá ficou bem entorpecida
E decidiu ir falar com o agogô
Agogô disse sozinho não resolvo
Vamos já descer o morro pra falar com o tambor
O tamborinho como é muito fofoqueiro
Foi dizer lá pro pandeiro que o batuque acabou...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Um instrumentista (curiosidade)


Santisak Dulapitak, de 53 anos, treina sua iguana em sua casa, no subúrbio de Bangcoc. Há 20 anos ele prepara animais para aparecer em filmes e comerciais (Foto: Sukree Sukplang/Reuters)

Em imagem liberada nesta sexta-feira, iguana de dois anos segura guitarra de plástico 'sentada' numa cadeira.

Aqui o animal aparece sentado numa cadeira

Curiosidade (Um instrumentista)

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Rafael Augusto

Rafael Augusto

Hoje senti algo tão forte e emocionante dentro de mim que fugiu totalmente ao meu controle. Uma voz, uma letra, uma melodia me transportou para lugares imaginários onde passei a visualizar cores, brisas, aromas e tudo com a essência e a leveza do natural e do espontâneo. De repente me vi na infância num quintal florido com gente ao redor mas ao mesmo tempo estava muito distante no futuro num palco iluminado com a magia da música envolvendo o cenário e as pessoas. Ele surgiu como quem não ia fazer nada e fez tudo, como quem não ia dizer nada e disse tudo... Calmo, simples, firme e decisivo as palavras saiam de sua boca e tomava o rumo certo levadas pela emoção ia direto ao coração e fazia de toda existência um único momento e os acordes da música passavam como paisagens naturais na janela do pensamento. Era um monólogo cantado e explicado em pormenores até que num determinado trecho do caminho musical emblemático recebe o apoio vocal de nada mais, nada menos que Pery Ribeiro que o seguiu de longe até a ultima silaba de CAMINHEMOS e o deixou reverberar no final dando a idéia de que a música continua dentro de cada um de nós e o caminho segue por ai afora, só que agora com um novo nome cintilando a ofuscar a visão e aquecer o coração dos apaixonados por música... Então caminhemos assim com Rafael Algusto nesta vida cumprida, estrada alongada onde partimos sempre a procura de alguém, ou a procura de nada...
Não, eu não posso lembrar que te amei
Não, eu preciso esquecer que sofri
Faça de conta que o tempo passou
E que tudo entre nós terminou
E que a vida não continuou pra nós dois
Caminhemos, talvez nos vejamos depois
Vida comprida, estrada alongada
Parto à procura de alguém, à procura de nada
Vou indo, caminhando sem saber onde chegar
Talvez que na volta, te encontre no mesmo lugar.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

GLOBALIZAÇÃO, ECONOMIA, ENFOQUE PRODUTIVO E ENFOQUE FINANCEIRO

GLOBALIZAÇÃO, ECONOMIA, ENFOQUE PRODUTIVO E FINANCEIRO.

Data: 01/09/2009
Adilson Ferreira dos Santos

Durante a minha infância ouvia muito a expressão “No futuro tudo será muito moderno”. Hoje estou vivendo o futuro do qual falava meus avós e meus pais. Dentro deste pacote chamado futuro, posso identificar algumas particularidades de sua composição, que retrata com fidelidade a descrição visionária que escutava nas rodas de conversa da minha contemporaneidade.
A característica fisionômica deste futuro destaca aspectos discutíveis que implicam em impactos na vida cotidiana da sociedade universal.
A globalização é o aspecto mais forte e contundente do caráter futurístico que estamos vivendo, pois, mascarada de revolução inovadora e integrativa da comunidade internacional, deixa escapar indícios de outra face sofismática com requintes de crueldade envolvendo a questão milenar da desigualdade, do preconceito, da miséria e do individualismo.
A economia também desempenha papel controverso no cenário da problemática convivência social entre pessoas, poderes e culturas.
Sob uma rígida análise do aspecto financeiro, as frágeis bases teóricas de pensadores científicos não se sustentam perante o conflito arrasador com a dura realidade.
O que se produz mesmo em grande escala para abastecer estoques existenciais no ser humano, são confusões ideológicas de cunho político e religioso gerando a demanda infinita pela conquista de elevadas posições de liderança ou comando estratégico para controle e ocupação de espaços individuais que se escapam do domínio induzido, na fuga pela liberdade, são rendidos surpreendentemente pela fúria devastadora da guerra.